quarta-feira, 23 de março de 2011

Tudo malwares: vírus, trojans...

Quem usa um computador — ainda mais com acesso à internet — ouve diariamente as palavras vírus, trojan, spyware, adware e, de vez em quando, a palavra malware. É comum pensarmos que, de uma maneira geral, todos são vírus e perigosos para o computador.
Em parte, esta afirmação é verdadeira: de fato, todos eles podem nos prejudicar de alguma maneira. No entanto, eles não são todos vírus nem iguais. Eles são todos malwares, isso sim.



Malware

Malware é a combinação das palavras inglesas malicious e software, ou seja, programa maliciosos. São programas e comandos feitos para diferentes propósitos: apenas infiltrar um computador ou sistema, causar danos e apagar dados, roubar informações, divulgar serviços, etc.
Obviamente que quase 100% desses malwares entram em ação sem que o usuário do computador perceba. Em suma, malware é a palavra que engloba programas perigosos, invasivos e mal intencionados que podem atingir um computador. O primeiro erro dos usuários é este: desconhecendo o termo malware, categorizar tudo como vírus.
Os malwares se dividem em outras categorias, e provavelmente vão continuar se dividindo à medida que malfeitores descobrirem e inventarem novas maneiras de ataques a computadores. Essas categorias incluem vírus, worms, trojans, rootkits, spywares, adwares e outros menos conhecidos. Vejamos um por um.



Vírus



O termo vírus foi aplicado por causa da reprodução desses arquivos.
Não é à toa que a palavra vírus é a que mais circula quando o assunto é perigos de computador. Afinal, os vírus são os programas mais utilizados para causar danos, roubar informações, etc.
Os vírus se diferenciam dos outros malwares por sua capacidade de infectar um sistema, fazer cópias de si mesmo e tentar se espalhar para outros computadores, da mesma maneira que um vírus biológico faz.
Vírus são típicos de arquivos anexos de emails. Isso acontece porque quase sempre é necessário que um vírus seja acionado através de uma ação do usuário.
Um dos vírus mais perigosos já registrados foi o “ILOVEYOU”, uma carta de amor que se espalhou por email e é considerada responsável pela perda de mais de cinco bilhões de dólares em diversas empresas.



Worms



Esses vermes não são inofensivos.
Um worm (verme, em ingles) de computador é um programa malicioso que se utiliza de uma rede para se espalhar por vários computadores sem que nenhum usuário interfira neste processo (aí está a diferença entre vírus e worm).
Os worms são perigosos pois podem ser disparados, aplicados e espalhados em um processo totalmente automático e não precisar se anexar a nenhum arquivo para isso. Enquanto vírus buscam modificar e corromper arquivos, os worms, costumam consumir banda de uma rede.



Trojan



Tome cuidado com este.
Trojan, forma abreviada de Trojan Horse (cavalo de tróia, em português), é um conjunto de funções desenvolvido para executar ações indesejadas e escondidas. Pode ser, por exemplo, um arquivo que você baixou como um protetor de telas, mas, depois da instalação, diversos outros programas ou comandos também foram executados.
Isso significa que nem todo trojan prejudica um computador, pois, em alguns casos, ele apenas instala componentes dos quais não temos conhecimento, forçadamente.
Daí a relação com o cavalo de tróia, historicamente falando. Você recebe um conteúdo que acha ser uma coisa, mas ele se desenrola em outras coisas que você não esperava ou não foi alertado.



Rootkits



Os rootkits englobam alguns dos mais escabrosos malwares já conhecidos. Isso porque estes programas miram simplesmente o controle de um sistema operacional sem o consentimento do usuário e sem serem detectados.
O grande mérito do rootkit é sua capacidade de se esconder de quase todos os programas antivírus através de um avançado código de programação. Mesmo que um arquivo rootkit seja encontrado, em alguns casos ele consegue impedir que você o delete. Em resumo, os rootkits são a maneira mais eficiente para invadir um sistema sem ser pego.



Spywares



Spy, em inglês, significa espião, e foi com essa característica que os spywares surgiram. No começo, os spywares monitoravam páginas visitadas e outros hábitos de navegação para informar os autores. De posse dessas informações, tais autores podiam atingir os usuários com mais eficiência em propagandas, por exemplo.
Porém, com o tempo, os spywares também foram utilizados para roubo de informações pessoais (como logins e senhas) e também para a modificação de configurações do computador (como página home do seu navegador).
Os spywares viraram alvo de programas específicos.
Hoje, os spywares ganharam atenção especial de diversas empresas que desenvolveram programas específicos para acabar com este tipo de malware.



Adware



O último malware dessa lista geralmente não prejudica seu computador, mas te enche o saco, com certeza. Adwares são programas que exibem, executam ou baixam anúncios e propagandas automaticamente e sem que o usuário possa interferir.
Adwares são mais chatos do que perigosos.
Geralmente, ícones indesejados são colocados em sua área de trabalho ou no menu Iniciar para que você acesse o serviço desejado.
Hoje, os adwares são considerados como uma categoria de software, diferenciando-se de freewares (programas gratuitos) e demos ou trials (programas para testar), uma vez que eles têm a intenção de divulgação, e não de prejudicar um computador.


sábado, 6 de novembro de 2010

Hardware e Software








Hardware é a parte física do computador, ou seja, o conjunto de aparatos eletrônicos, peças e equipamentos que fazem o computador funcionar. A palavra hardware pode se referir também como o conjunto de equipamentos acoplados em produtos que precisam de algum tipo de processamento computacional. A ciência que estuda o hardware é conhecida como arquitetura de computadores.
Diferentemente do hardware, o software é a parte lógica do computador. Software é a manipulação, instrução de execução, redirecionamento e execução das atividades lógicas das máquinas. Os softwares podem ainda ser classificados em:
- Softwares de Sistemas: permite que o usuário interaja com o computador e suas partes. Ex: firmware, drivers, etc.

- Softwares Aplicativos: permite que através de seu uso, o usuário faça uma tarefa específica. Ex: editores de texto, planilhas eletrônicas, etc.



Pen Drive









Memória USB Flash Drive, mais conhecido como pendrive, é um dispositivo constituído por uma memória flash e que possui a função de armazenamento de dados. Os pendrives possuem um formato semelhante ao de um isqueiro e são bastante úteis hoje em dia, uma vez que são pequenos e oferecem uma grande capacidade de armazenamento.
Esses dispositivos surgiram no ano de 2000 para substituir os disquetes, os quais, se comparados aos pendrives, possuem uma capacidade muito pequena. Para se ter uma idéia, a maioria dos disquetes possui apenas 1,44 MB de espaço de armazenamento, enquanto os pendrives apresentam capacidades que vão de desde 64 MB a 64 GB. Além de ser mais rápido e compacto, um pendrive também é bem mais resistente. Devido à ausência de peças móveis, o mesmo pode durar até 10 anos.
Os pendrives são ativados quando ligados a uma entrada USB de um computador, na qual os dispositivos encontram toda a energia necessária para funcionar. Na maioria das máquinas, a detecção dos dispositivos é automática; em alguns sistemas mais antigos é necessária a instalação de drivers específicos.

sábado, 11 de setembro de 2010

WebQuest

Link para acessar a WebQuest criada por mim!!!
Espero que gostem!!!

http://www.webquestbrasil.org/criador/webquest/soporte_derecha_w.php?id_actividad=20046&id_pagina=1

Jogos Computacionais

O software é tão ou mais importante que o equipamento a ser utilizado na área de Informática Educacional. Uma forma de se usar o computador como instrumento didático, é utilizando um ou mais softwares educacionais. Estes softwares têm o objetivo de auxiliar o professor no processo de ensino-aprendizagem, fazendo com que o mesmo tenha a seu dispor valiosos recursos para ajudá-lo no ensino de sua disciplina.

De acordo com Taylor (1980), os softwares são classificados em três grandes grupos: Software Tutor, Software Tutelado e Software Ferramenta.

O software tutor é concebido para funcionar como “professor substituto”. O computador apresenta certo material de uma disciplina, o aluno responde, o computador classifica a resposta e segundo os resultados da avaliação, determina os passos seguintes. Trata-se de um tipo de produto baseado em exercícios de pergunta/estímulo-resposta. Um dos tipos de software tutor são os Jogos Computacionais que se propõe a ensinar algum conteúdo ao aluno, ou até, somente, a desenvolver capacidades intelectuais do jogador. Fornece ao aluno um ambiente de aprendizagem rico e complexo, propiciam exercícios de resolução de problemas que exigem a aplicação de regras lógicas. O aluno aprende a fazer inferências e testar hipóteses, a antecipar resultados, a planejar estratégias alternativas e a negociar com os membros do grupo baseado no processamento da informação.

É importante que este tipo de software seja bem elaborado, para que o aluno não seja deslocado do objetivo educacional do mesmo, e fique interessado somente na competição.